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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O POLITICAMENTE CORRETO ATRASA O DESENVOLVIMENTO DA PESSOA

Quando andei na escola, a lei do recreio era muito simples:

"Não jogas porque todos tem que ter uma oportunidade, mas sim porque és bom e contigo nós ganhamos".

Cruel? Talvez.

Mas fazia-nos ter duas hipóteses:

1- Centrar-nos naquilo em que éramos bons e não perder energias e, acima de tudo, a possibilidade de sermos melhores naquilo em que éramos bons;

2- Obrigava-nos a observar para perceber porque os outros eram bons, o que nos dava as pistas certas do que tínhamos que fazer para lhes tirarmos o lugar.

Na primária na Escola da Mãe de Deus eu observava os mais velhos a jogar futebol e nunca conseguia jogar, porque era baixinho. Era injusto? Talvez.

Mas era assim.

Um dia, durante o jogo, um dos maiores magoou-se e os "melhores" olharam à volta e só me viram a mim. Faltava um. E lá veio o sinal "pronto, entra, já que não há mais ninguém. mas fica lá à frente e tenta não estragar, que nós resolvemos".

E eu entrei e marquei 5 golos.

A partir daquele dia, os "melhores" elegeram-me como jogador da sua equipa.

Não porque:

  •  eu tenha feito queixa à professora porque os outros não deixassem jogar;
  • o meu pai tenha ido à escola dizer que era injusto um baixinho não poder jogar com os mais altos;
  • tenha aparecido uma qualquer ONG a defender os meus direitos.

Elegeram-me porque eu era bom e o demonstrei na oportunidade que tive.

Mas alguém deve estar a pensar "Pois, mas não é justo nunca te terem dado uma oportunidade de demonstrares só por causa do teu tamanho. Isto é discriminação".

É verdade. Mas isto resolve-se com a criação de oportunidades das pessoas demonstrarem as suas capacidades e não por imposição. E muito menos obrigando os outros a terem que levar com quem não querem. Por exemplo, resolvia-se se os professores organizassem um momento em que só os baixinhos, gordinhos e outros do género pudessem jogar, enquanto os "melhores" ficavam de fora.

Com imposições, quotas, compadrios, amiguismo, cartão partidário e afins, não incutimos nas pessoas a mentalidade de que tem que evoluir. Não as obrigamos a fazer a sua análise pessoal de pontos fortes e pontos a melhorar, que os coloca perante a realidade e obriga a procurar formas de fazer o seu desenvolvimento pessoal.

No desporto isto é muito duro: "Não sabes. Não jogas. Porque se não sabes, aumentas a probabilidade de nós perdermos".

Nos partidos tem que haver a mentalidade de dizer a um dos seus correlegionários:

"A TUA ORGANIZAÇÃO PERDEU, PORQUE OS OUTROS FORAM CONSIDERADOS OS MELHORES E COM MELHOR PROJETO. EM VEZ DE RECLAMARES E FAZERES FITAS, PERCEBE O QUE A TUA ORGANIZAÇÃO FEZ DE MAL E DEAL WITH IT".

Quando os partidos assumirem esta mentalidade, toda a sociedade vai ganhar, porque as entidades em vez de reclamarem porque queriam ter ganho, mesmo que o projecto dos outros fosse o melhor e representassem melhor o que o espírito da lei pretendia conforme declarado pelo júri perito constituído para o efeito, param com as reclamações e impugnações só porque não queriam que os outros ganhassem fazendo tudo para atrasar a implementação das coisas e prejudicando as populações a quem os projetos se destinam.

Mas lá está, tudo isto se resolveria se no recreio deles lhes dissessem: 
"TU SÓ JOGAS SE FORES BOM E NÃO PORQUE ÉS NOSSO AMIGO".

sábado, 11 de julho de 2015

UNS FAZEM MANIFESTAÇÕES E GREVES. OUTROS FAZEM-SE À VIDA

Da minha recente viagem retive dois aspectos interessantes de empresas de atividades onde tem existido contestação e resistência aos novos tempos. Refiro-me à aviação e aos taxis.

Viajei na Ryanair e o que senti foi um foco imenso na vertente comercial. Em tudo o que fazem desde que chegamos dentro do avião está sempre presente o levar-te a querer consumir, que é diferente do impingir-te coisas para comprar. Todas as pessoas do Staff, desde quem conduz o avião até quem serve os passageiros está focado em vender, seja no próprio vôo, seja em outros. E fazem com que nos sintamos bem. Um amigo meu que estava na mesma viagem, a sua primeira de lowcost, disse-me no fim: "julgava que ia estar a ser bombardeado com coisas para comprar e a ser massacrado, mas afinal são muito sóbrios.". Parece que todos percebem que se a empresa não tiver sucesso não há ordenados para ninguém e por isto todos puxam para o mesmo lado.

Em Madrid no taxi que me levou da estação do comboio para o aeroporto fui surpreendido com um cartaz onde é anunciado a aplicação móvel dos taxis de Madrid, ou seja, uma aplicação onde podemos não só reservar, como pagar a corrida de táxi. Ora isto não é mais, nem menos, do que reagir com inteligência à concorrência da Uber, porque acima de tudo o sucesso desta mais que uma questão legal e jurídica, é uma questão de escolha do cliente por insatisfação no serviço prestado pelo táxi.

Ora nestes 2 exemplos o que vi foi vontade de resolver os pontos fracos de uma atividade tradicional e aplicar velhos conceitos com uma nova atitude. Quer na Ryanair, quer nos Táxis de Madrid, não se aplicaram regras de gestão muito complicadas. Bastou transformar todos os colaboradores em comerciais, no primeiro caso, e adaptar-se às práticas que os clientes preferem na nossa concorrência, no segundo caso.

Uns utilizam a inteligência para combater as adversidades e agarrar as oportunidades.

Outros preferem fazer greves, manifestações e tolices.

domingo, 5 de abril de 2015

ARCO-ÍRIS DAS NECESSIDADES


Quem de um dia para o outro vê a sua vida alterada, revê-se totalmente na figura da esquerda.
No entanto, o grande desafio que temos que conseguir é aumentar o máximo possível as outras cores mesmo quando a vermelha é predominante.
E temos que fazer isto, porque quanto maiores forem as outras cores, mais aumenta a probabilidade de diminuir o tamanho da vermelha.
Não vou dizer que o dinheiro não é tudo, porque estaria a ser demagógico, pois sabemos que pode não ser tudo, mas certamente é tudo para se ter o básico para viver.
Mas temos que perceber que não podemos fechar-nos em casa à espera que o vermelho se resolva.
Temos que arregaçar as mangas e fazê-lo diminuir e rapidamente.
É obrigatório dar várias cores às nossas necessidades, transformando-as num verdadeiro arco-iris em vez de um inferno vermelho.
Acima de tudo é preciso continuar a viver e para isto o dinheiro não é efetivamente tudo, pois com imaginação e contatos, conseguem-se coisas inacreditáveis.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

DE MARIANA A BERG, VAI SÓ UM PEQUENO PASSO

O que se passou na Gala Final do Fator X da SIC, onde Mariana perdeu para Berg, foi mau. Não pelo resultado em si, pois ambos tem excelente qualidade.


Para mim foi mau, porque tendo os portugueses a oportunidade de escolher entre a segurança do conhecido e a irreverência da juventude ainda sem um estilo definido, escolheram pelo "seguro" e elegeram mais do mesmo.

Repito que não está em causa a qualidade de Berg.

O que me preocupa é sempre este medo do novo e da novidade e esta necessidade crónica de não inovar e arriscar.

E nem sequer estou a defender a novidade só por si, porque se fosse esta o eleito seria certamente o D8.

A Mariana representava a lufada de ar fresco, com qualidade e acima de tudo versatilidade que nem D8, nem certamente Berg, tinham. Aliás, como ao longo de todas as galas ficou provado pelos comentários do juri, quando sempre que Berg fugiu da sua zona de conforto, foi criticado.

Assim nunca faremos a diferença.

PS: No final sinceramente tirando os 100 mil euros, até acho que foi bom a Mariana não ter ganho, porque assim não vai ser atirada para um carrossel de acontecimentos que não ia conseguir controlar, porque ia estar à mercê da "produção". Não ganhando, ela manteve as suas possibilidades de carreira intactas e mais sustentadas para o futuro. Assim, as coisas vão ser ao seu ritmo com possibilidades de continuar os seus estudos, porque como ela disse "o verdadeiro prémio era estar entre os finalistas, ganhar era só o bónus. Não levou o bónus, mas mostrou que não foi por não merecer, foi porque um sistema tolo de escolha com base em tudo menos na competência, como é o das votações, o definiu. Já agora o sinal que ela deu na última música (que eu não gostei) foi que "sim, quero o sucesso, mas com as minhas escolhas e assumindo os meus riscos".

segunda-feira, 23 de julho de 2012

FUTEBOL DE PAROLOS

Como é possível um jogador (Emerson) titular indiscutível, insubstituível e alvo de proteção especial por parte do treinador (Jorge Jesus) durante uma época inteira, mesmo contra todas as evidências, vir a ser dispensado por este mesmo treinador na época seguinte?

Será que sou só eu que não vejo lógica nenhuma nisto?

domingo, 22 de julho de 2012

POR ALTURA DAS FESTAS


(recebido do Mário por email)

Achei apropriado ao momento em que há tantas festas a decorrer por estas ilhas todas.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A RESPEITO DE JARDINAGEM E FILÓSOFOS

Acho piada a alguns sr’s do nosso país e da nossa região que hoje riram muito do sentido de humor dos portugueses relativamente à internacionalização do caso Relvas na Volta à França em bicicleta, mas que há 2 ou 3 anos ficaram muito ofendidos quando os outros se riram do caso Sócrates, só pela única diferença da mudança de cor da camisola.

Ao menos eu rio dos 2.

Monty Python - Always Look on the Bright Side of Life

Nunca uma dor nas costas soube tão bem, não porque não doa, mas porque me faz sentir menos mal por não poder estar neste mesmo momento em cima de uma prancha a surfar na praia ao lado do meu filho.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

NOVOS LIDERES

O mundo do desporto em Espanha sofreu uma enorme transformação nos últimos 15 anos, porque houve uma profissionalização dos gestores. O objectivo destes cursos é formar e fazer ver que a transformação da realidade e a transformação da gestão no mundo do desporto requerem novos líderes, gente que transmita valores adequados e obtenha a capacidade necessária para dirigir no futuro uma organização desportiva.

in entrevista no jornal i a Emílio Butragueño, director-geral da Escola de Estudos Universitários Real Madrid

Agora tente-se fazer um exercício de língua portuguesa alterando o passado para futuro, Espanha para Portugal e para além disto em vez de desporto coloque-se negócios e veja-se o que dá:

O mundo dos negócios em Portugal sofrerá uma enorme transformação nos próximos 15 anos, se houver uma profissionalização dos gestores. O objectivo destes cursos é formar e fazer ver que a transformação da realidade e a transformação da gestão no mundo dos negócios requerem novos líderes, gente que transmita valores adequados e obtenha a capacidade necessária para dirigir no futuro uma organização desportiva.

Depois disto, seria só esperar os tais 15 anos e ver se também passavamos a ser campeões do mundo e da europa… nos negócios!!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

FUTEBOL: QUEM PÕE MÃO NISTO?

Ao ler esta notícia da bola (Corinthians desiste de Tevez) fiquei perplexo com uma passagem da mesma. A determinado ponto é dito o seguinte:

“Além disso, o City desejava também que Tevez abdicasse de uma quantia pendente com o clube.”

Pasme-se!!!

O Manchester City que:

- diariamente anuncia contratações multimilionárias;

- tem disponível para contratações 227 milhões de euros;

- chegou a ter preparada uma proposta para comprar o Cristiano Ronaldo por cerca de 170 milhões de euros;

tem dívidas em atraso a jogadores do plantel?!?!?!?!?!?!?!?!?

Mas que raio se passa com tudo isto?

Isto tem alguma lógica?

Bem, pelo que se vê em muitos negócios e empresas parece que sim…

sábado, 2 de abril de 2011

ESPELHO DO POVO PORTUGÊS? NÃO. FALTA ALGUMA COISA…

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Para esta fotografia espelhar bem o povo português, o que é que está errado?

quarta-feira, 23 de março de 2011

MENTALIDADE TACANHA, HEIN!!!

O ex-internacional português Pedro Pauleta vai estar no Parque dos Príncipes “como adepto do Paris Saint-Germain” e espera que a sua antiga equipa ganhe ao Benfica nos oitavos-de-final da Liga Europa.

As reacções que ouvi a esta frase de Pauleta foram bastantes demonstrativas do que é o Português.

Vamos analisar isto de 2 prismas: profissional e emocional.

Olhando para prisma profissional:

Queriam que um tranalhador de uma empresa dissesse que preferia que a empresa concorrente ganhasse um concurso ou uma proposta?

Acham que isto é que seria ser profissional?

Infelizmente é esta a mentalidade portuguesa. Não veste a camisola da sua empresa.

Olhando para o prisma emotivo:

PORQUE RAIO O PAULETA IA PUXAR POR UMA EQUIPA QUE NÃO LHE DIZ NADA E NÃO O QUIS COMO SEU JOGADOR?

PORQUE RAIO O PAULETA IA QUERER QUE A EQUIPA QUE APOSTOU NELE AO PONTO DE SER ELEITO PELOS SEUS ADEPTOS O SEU MELHOR DE SEMPRE PERDESSE UM JOGO E UMA ELIMINATÓRIO PARA O ADVERSÁRIO?

Isto demonstra uma falta de inteligência a toda a prova.

Eu sou do Benfica, mas não fico minimamente melindrado com o Pauleta, nem ponho sequer em causa a sua qualidade só porque ele queria que o meu clube perdesse. Aliás, ficaria melindradro era com o contrário, porque não me ia parecer sincero.

Como conclusão, os adeptos em Portugal são de uma mediocridade que até dói.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

OS SIMPÁTICOS DOS ALEMÃES

«Mourinho tem obtido resultados com menos recursos do que os adversários, mas tem sido grosseiro e mal-educado na obtenção dos seus objectivos», afirmou Franz Beckenbauer, presidente honorário do Bayern.

Pois.

Das duas uma, ou aprendeu a ser assim ao ver jogos da vossa selecção ou… com o treinador da tua equipa!!!

domingo, 7 de novembro de 2010

MANIPULAÇÃO MEDIÁTICA: ASSUSTADORAMENTE REAL?

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Mediática

O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das "10 estratégias de manipulação" através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")".

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

(Recebido do Mário por email)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

MAIS QUE UM CONSELHO, ESTE É “O” CONSELHO!!!

“Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem  ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.

Lembre-se da sabedoria da água:

'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.

Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e,

acima de tudo, reconhecer suas virtudes.”

(retirado de um pwp enviado pelo meu sogro)

PS: Dedicado a quem sabe que lhe é dedicado.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ESTA GREVE NÃO VAI FAZER BAIXAR OS CUSTOS DAQUELE ESTABELECIMENTO?

Sintra: Presos em greve de fome para jogar Playstation 2

Eu dava. Dava sim senhor… mas era com a Playstation pela cabeça abaixo!!!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

TUDO UMA QUESTÃO DE MENTALIDADE

Questão de honra: japonês que falhou penalty vai receber medalha

«Gostaríamos de presentear Komano com uma medalha por ter dado às pessoas sonhos e emoções».

De um mundo em que nós portugueses não entramos, certamente!!!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

ERROS DE ARBITRAGEM NO MUNDIAL

E finalmente a FIFA conseguiu resolver o problema dos erros de arbitragem que influenciam grosseiramente os resultados dos jogos do Mundial.

FIFA proíbe repetições polémicas nos estádios

e o Sr. porta-voz da FIFA, Nicolas Maingot, em conferência de imprensa conjunta com o Comité organizador do Mundial, ainda teve a lata de dizer o seguinte:

«Uma das indicações que demos aos responsáveis dos programas de entretenimento foi no sentido de poderem repetir jogadas, mas não as polémicas. O que aconteceu ontem [domingo] foi um erro. Seremos mais rigorosos para que não se repita».

“Portantes” o erro não foi dos árbitros, mas dos responsáveis dos programas de entretenimento que deram a repetição dos lances polémicos!!!

Pasme-se!!!