Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2013

MAIS OPINIÕES ACERCA DO LIVRO DESABAFO ATLÂNTICO

A Raquel Roque partilhou connosco a sua opinião depois de ler o Desabafo Atlântico.

"Simão, já li o livro e adoro a forma como de situações banais tiras conclusões com as quais me identifico. Ou seja, começamos a ler a crónica a falar em "alhos" e no final estás a falar de "cebolas", mas impressionante como a ligação é feita. Parabéns!"

E tu, o que achaste do livro?


Manda-nos a tua opinião.

Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2013

1.ª CRÍTICA AO LIVRO

Já há quem tenha aceite o desafio lançado nas últimas páginas do livro.
Assim, deixo aqui a 1.ª crítica escrita ao meu livro: Desabafo Atlântico.
Muito obrigado Filipe Machado.

"Caro Simão,

Seguindo um dos conceitos mais utilizados no teu livro, a inovação, decidi deixar a minha opinião sobre o mesmo através do e-mail criado para o efeito. Espero não ter sido o primeiro.

Antes de mais, devo dizer que acabei-o esta tarde. Apesar de ainda não ter passado o tempo suficiente para me distanciar da leitura e fazer uma avaliação mais fria e rigorosa, não queria perder a oportunidade de falar sobre as minhas primeiras sensações, aquelas que nos vêm do coração (neste caso, de um coração amigo).

Como estou ciente que és aberto a qualquer crítica, desde que seja construtiva, e que gosta que as pessoas sejam honestas e claras, começo pelo único aspecto menos positivo, ao qual não te atribuo a responsabilidade. Existem, ainda que raras, algumas gralhas e esquecimentos no texto que são perfeitamente normais em qualquer trabalho desta tipologia, mas que normalmente são corrigidas por um profissional de revisão. Penso que a Publiçor deveria ter disponibilizado um revisor. Bem o merecias pelo trabalho que tiveste.

Quanto aos pontos positivos, que são muitos, gostaria de fazer referência aos que entendo serem os mais relevantes:

- A tua capacidade em transmitir uma mensagem a partir de assuntos de natureza completamente diferente da conclusão alcançada. Demonstra o teu elevado e contínuo sentido crítico acerca de tudo o que observas no teu dia a dia;

- A forma simples, directa e adequada da tua escrita. Está direccionada para todos os públicos e não para uma determinada "classe elitista". Não é fácil, dou-te muito mérito;

- A variedade de temas comentados, revelando sentido crítico em todas as áreas da actualidade, ou seja, não existe um enfoque único o que poderia levar a alguma monotonia na leitura;

- A inclusão de algum sentido de humor, tornando a discussão das temáticas mais interessantes e apelativas;

- O uso de algumas frases feitas, algumas de tua autoria, que podem servir de "bengala" para algumas pessoas quando confrontadas com dificuldades;

- A própria estrutura do conteúdo. A ideia de colocar uma crónica por página foi excelente.

Resumindo e concluindo, os meus mais sinceros parabéns! Gostaria que repetisses semelhante experiência no futuro. Desafio-te até para que os próximos livros se enquadrem noutra modalidade.

Abraço!

Filipe Machado"

Sábado, 1 de Dezembro de 2012

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

CRIAS E QUERO ;)

A CRIAS é o projeto que eu e a Alexandra sempre sonhamos vir a ter.
Está a ser muito interessante, também pela dinâmica e expetativa que está a trazer a alguns amigos que estamos a envolver.
Estamos a dedicar-nos de corpo e alma ao projeto que já está a puxar por nós para além do que estávamos a pensar nesta fase, porque como tinha dito na apresentação do projeto para criação do próprio emprego: O CAMINHO VAI FAZER-SE CAMINHANDO.
Há oportunidades que se nos deparam e que no mínimo temos que pensar e analisar.
É o que estamos a fazer.
Só que tudo isto ao mesmo tempo que temos que ir desenvolvendo todo o trabalho dos projetos em que estamos envolvidos profissionalmente, seja de consultas, seja de formação, seja de apoio a empresários, seja de estudos e acima de tudo aquele em que queremos ser os melhores do mundo: pai e mãe.
Ajudando a estudar, ser e estar, mesmo que só conseguindo estar presentes e fisicamente juntos minutos por dia. Aprendi há muito com um pedopsicólogo que não interessa o número de horas, mas sim a qualidade dos tempos em que estamos juntos e hoje aqueles 45m em que estive junto dela a ajudar na matemática valeram por todos estes anos em que estive a tentar fazer o mesmo. Hoje talvez tenha sido o momento em que mais a ajudei.
Enfim, como sempre o tempo tem faltado para tanto para fazer.
Só que agora é para nós e connosco, no mesmo escritório e no mesmo espaço.
Vale ouro.
Haja saúde.

Sábado, 29 de Setembro de 2012

NEM ISTO FILHA, NEM ISTO


A minha filha teve que responder a uma pergunta, num teste diagnóstico, onde junto a uma fotografia de Cavaco Silva dizia:

Qual é o seu cargo, ou função, em Portugal? O que achas que essa pessoa faz no seu dia a dia?
A resposta dela foi liminar e seca:
Fala nas notícias
Como as crianças se enganam. Nem isto ele faz filha, nem isto – LOL!!!

Domingo, 23 de Setembro de 2012

BELAS GARANTIAS

Berardo. CGD aceitou 176 milhões de euros em acções do BCP que hoje valem menos de sete milhões

E assim se brinca com o dinheiro dos outros.

Talvez seja por isto que não valha a pena taxar os ricos, pois se forem todos ricos como este que deve milhões à banca o valor a receber vai ser zero.

Por outro lado, é no mínimo pouco ético tudo isto, se não veja-se:

- emprestar dinheiro a alguém nestes montantes para comprar acções recebendo como garantias ações é de bradar aos céus;

- autorizar uma operação destas num banco e depois ir para o banco de quem se aceitou ações como garantias é de bradar aos céus;

- um gajo ainda constar como acionista de um banco quando as ações já estão mais para o lado da CGD do que dele é de bradar aos céus.

O problema é que os Deus já deve estar tão ocupado, que podemos bradar o que quisermos que nada vai acontecer.

E depois são estes bancos que se calhar a um pobre coitado que tem 1 renda atrasada de 300 ou 400 euros penhoram e pintam o caneco.

Isto é tudo uma pouca vergonha…

Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

EM VEZ DE ADMITIR DEVIA ERA SER OBRIGADA

É claro que vê com naturalidade porque os lucros vão aumentar milhões.

O presidente da EDP, António Mexia, disse ontem ver com naturalidade a proposta do Governo de redução da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, admitindo uma descida nos preços da eletricidade com a medida.

O que acho inacreditável, ou talvez até não porque estamos em Portugal, é que a redução dos preço ainda seja uma possibilidade e não uma obrigação, porque se uma empresa que presta um serviço essencial e de primeira necessidade com claros sinais de monopólio devia ser obrigada a repartir os lucros pelos seus consumidores através da redução dos preços ou da concessão de uma nota de crédito proporcional aos consumos do ano.

Porque uma coisa é certa, se os investimentos destas empresas deram para o torto e apresentarem prejuízos quem vai pagar é certamente o consumidor através do aumento do preço, da redução dos serviços prestados ou simplesmente do aumento dos impostos para cobrir buracos.