sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

OFERECE UM DESABAFO



À procura de um presente?

Temos uma sugestão.

Desabafo Atlântico, by Simão Pfc Neves.

Não. Não é de Economia. É de Vida.

Cada Página Uma História. Um Desafio a Pensar.

Interessado?

Manda mensagem privada para obter pormenores

domingo, 15 de abril de 2018

NOVO PENSAMENTO

"Temos que Ver em Cada Problema a Solução" de Marília Hipólito da inFlores (www.facebook.com/inFlores.mariliahipolito)

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

DEIXAR DE SER CRIANÇA NÃO É ISTO. ISTO É MOSTRAR QUE O MUNDO ESTÁ UMA PORCARIA.

Esta é uma altura do ano em que muitos pais consideram que os seus filhotes já não são crianças para acreditar na fantasia e alegria do Pai Natal e optam por contar tudo.
Desculpam-se dizendo que eles já tem idade de perceber que o mundo afinal não é tão cor de rosa.
É talvez a primeira de muitas desilusões que lhe vão dar, mas que ao que parece são o que vai tornar o seu carácter forte e prepará-los para a vida adulta, seja lá o que isto for.
É esta do Pai Natal e a seguir que afinal o amor não é para sempre. Que o que se diz hoje, amanhã pode-se dizer ao contrário. Que uma coisa só é má se for afetar quem gostamos, mas já é boa se for afetar quem não gostamos. Que não há problema de termos direitos quando somos trabalhadores por conta de outro, mas já haver problema dos outros terem direitos quando são trabalhadores por nosso conta. Que há liberdade de expressão, mas só quando não criticam quem eu apoio. Que ninguém deve ser descriminado pelos seus ideais e ideas ou censurado pelo que partilha, mas que é melhor pensar sempre bem antes de o fazer.
É o mundo que nós vivemos e faz parte de crescer e deixar de ser criança, vão dizer alguns.
Pois eu cá digo que é simplesmente mostrar que o nosso Mundo está uma porcaria e que nós adultos deixamos de acreditar que vale a pena lutar para que não o seja.
Querido Pai Natal, mantém-te que a tua ilusão faz tanta falta por cá...

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O POLITICAMENTE CORRETO ATRASA O DESENVOLVIMENTO DA PESSOA

Quando andei na escola, a lei do recreio era muito simples:

"Não jogas porque todos tem que ter uma oportunidade, mas sim porque és bom e contigo nós ganhamos".

Cruel? Talvez.

Mas fazia-nos ter duas hipóteses:

1- Centrar-nos naquilo em que éramos bons e não perder energias e, acima de tudo, a possibilidade de sermos melhores naquilo em que éramos bons;

2- Obrigava-nos a observar para perceber porque os outros eram bons, o que nos dava as pistas certas do que tínhamos que fazer para lhes tirarmos o lugar.

Na primária na Escola da Mãe de Deus eu observava os mais velhos a jogar futebol e nunca conseguia jogar, porque era baixinho. Era injusto? Talvez.

Mas era assim.

Um dia, durante o jogo, um dos maiores magoou-se e os "melhores" olharam à volta e só me viram a mim. Faltava um. E lá veio o sinal "pronto, entra, já que não há mais ninguém. mas fica lá à frente e tenta não estragar, que nós resolvemos".

E eu entrei e marquei 5 golos.

A partir daquele dia, os "melhores" elegeram-me como jogador da sua equipa.

Não porque:

  •  eu tenha feito queixa à professora porque os outros não deixassem jogar;
  • o meu pai tenha ido à escola dizer que era injusto um baixinho não poder jogar com os mais altos;
  • tenha aparecido uma qualquer ONG a defender os meus direitos.

Elegeram-me porque eu era bom e o demonstrei na oportunidade que tive.

Mas alguém deve estar a pensar "Pois, mas não é justo nunca te terem dado uma oportunidade de demonstrares só por causa do teu tamanho. Isto é discriminação".

É verdade. Mas isto resolve-se com a criação de oportunidades das pessoas demonstrarem as suas capacidades e não por imposição. E muito menos obrigando os outros a terem que levar com quem não querem. Por exemplo, resolvia-se se os professores organizassem um momento em que só os baixinhos, gordinhos e outros do género pudessem jogar, enquanto os "melhores" ficavam de fora.

Com imposições, quotas, compadrios, amiguismo, cartão partidário e afins, não incutimos nas pessoas a mentalidade de que tem que evoluir. Não as obrigamos a fazer a sua análise pessoal de pontos fortes e pontos a melhorar, que os coloca perante a realidade e obriga a procurar formas de fazer o seu desenvolvimento pessoal.

No desporto isto é muito duro: "Não sabes. Não jogas. Porque se não sabes, aumentas a probabilidade de nós perdermos".

Nos partidos tem que haver a mentalidade de dizer a um dos seus correlegionários:

"A TUA ORGANIZAÇÃO PERDEU, PORQUE OS OUTROS FORAM CONSIDERADOS OS MELHORES E COM MELHOR PROJETO. EM VEZ DE RECLAMARES E FAZERES FITAS, PERCEBE O QUE A TUA ORGANIZAÇÃO FEZ DE MAL E DEAL WITH IT".

Quando os partidos assumirem esta mentalidade, toda a sociedade vai ganhar, porque as entidades em vez de reclamarem porque queriam ter ganho, mesmo que o projecto dos outros fosse o melhor e representassem melhor o que o espírito da lei pretendia conforme declarado pelo júri perito constituído para o efeito, param com as reclamações e impugnações só porque não queriam que os outros ganhassem fazendo tudo para atrasar a implementação das coisas e prejudicando as populações a quem os projetos se destinam.

Mas lá está, tudo isto se resolveria se no recreio deles lhes dissessem: 
"TU SÓ JOGAS SE FORES BOM E NÃO PORQUE ÉS NOSSO AMIGO".

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

DÁ-ME O 46


45!!!

Como me disse uma amiga de longa data, "este é um número que já mete respeito" :)
Mete sim. Mas mete mais se ao número físico, aliarmos um mesmo número psicológico e isto recuso-me a fazer.

Enquanto tiver VIDA e SAÚDE (aquilo que praticamente todos me desejaram) vou fazer tudo para ser FELIZ (desafio que também praticamente todos me lançaram).

E não vou fazer como o "meu" Benfica está a tentar, ou seja, vou tentar não vos desiludir, até porque vocês foram muitos e muitos, por todas as maneiras e feitios, e fugir de dar justificações a todos por falhar este desafio seria impossível.

Como sou muito persistente (e teimoso) também comprometo-me a fazer 2 coisas:

- continuar a correr para apanhar os que estão com números à minha frente, para não terem sequer a ideia ou veleidade de desistirem de não me tornar impossível a tarefa de vos alcançar;

- continuar a correr para desafiar os que estão com números atrás de mim, para continuarem sempre  a tentar alcançar-me.

Mas de todas as mensagens, houve uma que acertou na muche:

"Beijo grande de parabéns! Venceste mais um ano!"

Grande verdade. Estamos mesmo de parabéns por isto.

E acrescento:

QUE ANO!!!!

Já está arquivado.

Venha o próximo.

Já que o 37 está complicado, todos os dias vou gritar BEM ALTO:

DÁ-ME O 46!!!

Muito Obrigado a todos e a todas, porque tornaram mais fácil um dia que estava a ser complicadinho.

Abreijos.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

A CULPA NÃO É DO FACEBOOK. É NOSSA.

Lembro-me de ter lido uma vez que

"o número de divórcios tinha aumentado por causa do facebook".

Também me lembro de ter dito logo que a culpa não era do facebook, porque esta ferramenta (e é isto que o facebook é!!!) era somente o espelho da sociedade.

O "problema" é que é um espelho que amplifica (e muito) não só a realidade, mas (mais importante de tudo) o alcance e exposição desta realidade.

Hoje na sessão da pós-graduação de Marketing Digital que estou a frequentar, quando estávamos a falar de social networking, lembrei-me outra vez disto.

O facebook (e outras redes sociais) só mostra o que nós queremos que mostre.

Se não gostamos do que mostram, se calhar o que devemos tentar perceber é porque estão a mostrar aquilo? Seremos aquilo que a nossa cabeça pensa ou o que estamos a mostrar?

Uma vez disseram-me "fulano aqui na equipa é impossível, mas lá fora no dia-a-dia é um gajo porreiro". Não acredito nisto. Nós somos sempre os mesmos, porque os nossos valores não se adaptam. Não se podem adaptar.

O facebook não tem culpa se o meu (declarado publicamente) "interessado em mulheres" não for bem aceite pela minha esposa ou se me lembrar de estar a trocar comentários públicos mais "carinhosos" com uma ex-namorada.

O culpado sou eu.

Na prática precisamos de saber que "pegada digital" queremos deixar, porque esta não há forças da natureza (onda, chuva, vento) que as apague.

É preciso escolher:
1º - se queremos ou não estar;
2º - como queremos estar.

Não definindo isto, primeiramente, na nossa cabeça, não podemos depois vir dizer que a culpa é do facebook.

Não.
A CULPA É NOSSA.

sábado, 21 de janeiro de 2017

OS NÚMEROS DE BENFICA, PORTO E SPORTING EM 2015/2016

Tendo aceite o desafio de um amigo, aqui está a actualização dos números de Benfica, Sporting e Porto para a época de 2015/2016.

Tal como da outra vez a fonte foram os Relatórios e Contas Consolidados disponíveis nos sites de cada um dos clubes e possíveis de serem consultados aqui:

Benfica, Sporting e Porto

Os cálculos do Benfica dão estes números:


Os cálculos do Sporting dão estes números:






Os cálculos do Porto dão estes números:


Como gosto de ter trabalho, mas acima de tudo facilitar trabalho a quem analisa os números, fiz a comparação entre os clubes e entre 2015 e 2016, que podem ver na imagem abaixo:



Nos meus quadros já podem ver alguns números, que contudo devem sempre ser analisados com base nas informações constantes nas notas explicativas das contas, também disponíveis nos Relatórios e Contas.

Agora é compará-los entre os 3 e tirar as vossas próprias conclusões...

... mas as que os factos mostram e não continuar com gritar os argumentos do costume, só porque servem mais à vossa estratégia de enterrar a cabeça na areia.

Já agora, cá estarei para fazer as contas com os resultados de 2017, antes que me venham desafiar a isto ;)