quinta-feira, 30 de abril de 2009

NACIONAL PORREIRISMO

E depois querem que os levemos a sério. Quando todo o mundo está preocupado, em Portugal ouvem-se coisas como esta:

Director-geral de Saúde diz que pandemia pode não ter consequências graves

Será que este senhor não percebe que isto pode levar algumas pessoas a menosprezar o problema e não pedirem ajuda a tempo, infectando muitas mais?

Será que estes senhores não percebem que não é inventando um mundo muito bonito na cabeça deles que a realidade não acontece?

Será que é assim que querem que acreditemos neles?

Se não têm nada de jeito para dizer ao menos não digam nada.

Claro que não sou apologista de alarmes, mas também dizer que connosco está tudo bem, quando em nada somos melhores do que todos os outros, que estão bastante preocupados, é dose.

Sejam verdadeiros, porque nós todos sabemos mais da realidade do que a maioria dos políticos deste país. Basta tentar saber quantos recorrem aos nossos hospitais quando ficam doentes. Quantos? e dos que recorrem, quantos não são tratados de forma preferencial pelo cargo que ocupam? Quantos?

5 comentários:

Anónimo disse...

tente comentar só aquilo para o qual terá competências... e deixe os peritos falarem do que sabem! o DGS não é político, é médico de saúde pública...

Anónimo disse...

A pandemia poderá não ter consequências graves.
se os infectados não começarem a morrer da infecção, o que tem acontecido até agora fora do méxico, a pandemia não terá consequências graves na saúde das pessoas.

SPN disse...

Já que me queres ensinar, responde a uma coisa:
O DGS é um lugar de carreira ou de nomeação... política?

Anónimo disse...

nomeação política, o que é ligeiramente diferente de político nomeado.
pode consultar o curriculum vitae do Dr. Francisco George no site da Direcção Geral da Saúde (www.dgs.pt).
Aproveite também para ver o micro site da gripe A, no site da DGS.
vá ao ECDC, ao CDC e ao site da OMS.
Não confie nos políticos, mas não julge que tudo é política...

Anónimo disse...

Estou solidario com o SPN.
Há que medir o perigar e não entrar em facilitismos. Mais vale prevenir do que remediar, e remediar em Portugal vai ser muito dificil, pois estamos a anos luz do rigor necessário para conter uma epidemia.
RA