É saber que existem pormenores como estes que me fazem não virar costas a todas as filhas da putices que nos fazem diariamente quando estamos num clube.
É saber que existe algo mais do aquilo que vemos à nossa volta na essência do desporto.
É acreditar que no pequeno círculo de influência que está ao meu alcance eu vou conseguir marcar a diferença como estes gigantes o conseguem por este mundo fora.
É ter a plena convicção que os grandes passam a ser eternos pelos pormenores que os medíocres criticam como supérfulos.
É por me recusar a deixar de sonhar acordado que consigo a cada dia ir mais além do que aquilo que me querem deixar.
É por isto que sempre que ouço “aquela” música sinto um aperto na boca do estômago e sinto-me transportar para um momento que já vivi e que quero e vou viver mais uma vez um dia.
É por isto que vou mais uma vez responder à minha mais que tudo: “Afinal não é ainda este ano que vou embora”.
É por isto que sei que os “meus” jogadores vão ser grandes e juntos conseguiremos aquilo que nós quisermos.
E nós sabemos ao certo o que queremos.
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