A partir do Foguetabraze cheguei a uns post no :Ilhas acerca do concerto dos Blasted, do lixo e do ambiente .
Não sendo contra nada do que neles é dito, gostaria de ver abordado o problema mais lato de tudo isto, que é a falta de educação da grande maioria dos participantes nestes eventos. O problema é de mentalidade e de atitude. Ninguém sabe divertir-se ser deixar um rasto de porcaria atrás de si. Não é impedindo fazer-se os concertos que as pessoas vão deixar de fazer lixo nos sítios.
O facto é que as pessoas são porcas e é isto que tem de ser combatido por todos os que não o são.
Quantos de nós vemos alguém atirar alguma coisa para o chão e não chamamos a atenção?
Quantos de nós levantamos os nossos despojos quando vamos comer ao Parque Atlântico?
Quantos de nós atiramos lixo pela janela do carro em andamento?
Quantos de nós assistimos nas Portas do Mar a pessoas a atirarem garrafas para a água e não dizemos nada?
Quantos polícias andam a passear nestes sítios durante as horas em que existem mais aglomeração de pessoas?
Mas já agora,
Quantos caixotes de lixo são disponibilizados nos grandes concertos?
Quantos funcionários são disponibilizados para irem fazendo a limpeza do local durante o próprio concerto?
Porque não se cobra mais dinheiro por bebidas devolvendo-se uma parte do dinheiro com a devolução da garrafa, lata ou copo?
Quantos fiscais da ASAE andam por lá a fiscalizar o que se passa?
Qual o castigo social que cada um de nós dá a alguém que se comporta de forma pouco civilizada?
Depois de tudo isto, acho que se calhar o melhor mesmo é impedir concertos nas Sete Cidades e Furnas, mas já agora proibir:
- todos os arraiais das festas que se fazem por estas ilhas todas;
- as festas de Verão no Campo de São Francisco;
- os passeios nas Portas do Mar;
- a parte profana do Santo Cristo;
- o acesso às praias no Verão;
e todas estas coisas.
Se calhar é mesmo o melhor…
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