Estou a corrigir testes.
Já me arrependi 50 mil vezes em ter feito um teste de interpretação em vez de cruzinhas, pois a sua correcção é muitíssimo mais complicada.
Ainda por cima temos que ter uma paciência de Jo quando começamos a ler a porcaria das respostas.
No ensino normal e perante avaliações como as que estão no centro da discussão, qual é o professor que vai fazer um teste complicado para avaliar os seus alunos? Vai complicar-lhes a vida e especialmente vai complicar a sua avaliação.
Na pratica a maioria dos professores vão dar passagens administrativas para não terem de ter processos e inspecções.
A Ministra e os Frequentadores do espaço escola (custa-me dizer alunos) é que vão ficar todos contentes, uma pelas estatístivas, os outros pela benesse de não terem de se esforçar.
O único problema é que depois hão-de chegar a uma altura em que os conhecimentos fazem falta e diferença.
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