Nacional pagou salário aos jogadores à excepção de Juninho
Nesta notícia d' Abola chamou-me à atenção o seguinte parágrafo:
"Joaquim Evangelista, do Sindicato de Jogadores está atento à situação que se passa na Madeira: «há muitos clubes a usar estes procedimentos, ou seja, processos disciplinares abusivos sem qualquer fundamento para marginalizar um jogador, para o pressionar e ir embora e isso é que não é aceitável. Espero que este processo não tenha esta natureza», atira."
Isto para mim demonstra o ponto onde pecam todos os sindicados e outras corporações. Estes senhores têm que perceber que nem todos os seus associados são defensáveis (atenção que não sei se é este o caso ou não!!!) e por isto devem sempre 1º assumir uma postura de respeito por ambas as partes, 2º dizer que vão estudar e tentar perceber o caso e 3º defender ou punir o seu associado conforme tenha ou não razão.
Claro que Joaquim Evangelista, como praticamente todos os responsáveis por organizações corporativistas preferiu a defesa cega de um seu associado, mesmo correndo o risco de se estar a meter ao lado de quem não seja defensável.
Será que a entidade patronal está sempre errada?
Será que todos os jogadores são uns santos e nunca erram?
Evangelista devia ter mais cuidado e em minha opinião, perceber que se tiver que se por ao lado de algum clube em algum caso por este ter razão vai estar a prestar um muito melhor serviço no apoio aos jogadores, porque passa a ser visto como uma entidade justa e coerente pelos clubes e não como um parasita que se cola sempre a bater no mesmo lado (atenção que não estou a dizer que todos os clubes são santos). Enquanto não perceberem isto, não são vistos como parceiros, mas como inimigos com prejuízo claro para os seus associados.
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