Li em tempos que um satélite em fim de carreira estava em risco de entrar na atmosfera, sem ser possível calcular a sua trajectória de colisão e por conseguinte o ponto de embate.
Li esta semana que os EUA resolveram a coisa disparando um missil a partir de um navio da sua marinha que atingiu o menino, destruindo-o antes de uma eventual desgraça.
Imediatamente a Rússia e a China gritaram que afinal tinha-se tratado do teste de uma nova arma, condenando a acção.
Retiro daqui duas conclusões:
- Com diálogo tudo se resolvia, se os EUA tivessem no âmbito da NATO ou da ONU ou do raio que os parta, comunicado aos outros o que iam fazer, tendo-o feito em conjunto, porque eu gostava de ver o palhaço do Bush se por acaso tivesse sido a China ou a Rússia a fazerem uma coisa semelhante;
- Ás vezes eu passo-me da cabeça e desejo que aconteçam coisas que não ficam muito bem, mas neste caso e quando li a reação da Rússia e China, desejei que o referido satélite tivesse entrado na atmosfera, dividido-se em 2 e caído nos cornos do Putin e do Jintao para perceberem que às vezes acontecem coisas que não têm como único propósito entrar em guerras.
Acima de tudo, acho que todos estes senhores estão constantemente a desaproveitar oportunidades para cooperar, dialogar e construir um mundo muito melhor, dando maior importância a organizações como a ONU e a NATO para assumir papéis mais intervenientes e construtivos.
Valha-nos que ao menos o tal satélite não vai vir cá fazer qualquer estrago, que com a sorte que nós temos, ainda era em Portugal que o menino escolhia para bater na terra!!!
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