segunda-feira, 11 de junho de 2007

TIN CUP A ESSÊNCIA DO DESPORTO?

Tin Cup é acerca de um jogador de golf, que tecnicamente é extraordinário, mas não consegue controlar a sua emoção e em momentos decisivos deixa o coração mandar mais do que o cérebro. Por exemplo tendo atingido como amador a final do US Open prefere tentar, até conseguir, uma jogada que todos consideram impossível, mas que ele sabe que é capaz de fazer, acabando por perder o torneio, mas conseguindo realizar a tal jogada e sendo elevado a herói em vez de mero vencedor.
Filme que, como ouvi hoje numa rádio, não sendo para oscar, é excelente para a pipoca, vale sobretudo pelo que leva um romântico do desporto como eu a sentir:
DEVEMOS DEIXAR A RAZÃO MANDAR NO DESPORTO OU DAR LIBERDADE AO CORAÇÃO?
Devemos crucificar uma jogada de levantar os estádios em detrimento de um resultado?
Vamos dar mais valor aos sonhos ou ao pragmatismo?
Libertamos a criatividade ou aplaudimos a racionalidade?
Não devemos estender estas dúvidas a todo o nosso dia a dia?
Uma coisa é certa, os gênios nunca vão pela lógica.
Por isto nunca são ricos, dirão alguns.
Por isto todos os veneramos, digo eu.

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