Não existem cartazes, nem outdoors espalhados pelas ruas.
O Governo enviou para casa de todos os cidadãos um livro a explicar os prós e contras, sem deixar entender o seu sentido de voto.
Ou seja, informou para que pudessem decidir em consciência.
Fez um excelente esforço no sentido da educação da sua população.
O partido que fez toda a campanha pelo não, é muito pequeno e não tem grande exposição, mas conseguiu inteligentemente passar a sua mensagem e as suas opiniões.
Aposto que lá não contratam os Quins Barreiros e as Cátias Vanessas para passarem as mensagens aos votantes.
Nem que se escolha o sentido de voto num referendo sobre a Europa, com base nos problemas internos do País ou só para castigar o governo.
Acham que isto é possível em Portugal?
sexta-feira, 3 de junho de 2005
CAMPANHA EM HOLANDA
Desabafo de Simão Pfc Neves @ 03:01
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1 comentário:
SPN
Acho que não seria possível em Portugal.
1º porque é sempre uma oportunidade dos partidos se financiarem como todos nós bem sabemos;
2º porque é uma oportunidade dos inconsequentes políticos se exporem na comunicação social;
3º porque é uma oportunidade dos actuais governantes desviarem as atenções para outras questões que não a situação económica e financeira em que se encontra o país, e que todos eles têm culpa;
4º porque o "Sim" é essencial para Portugal. Uma crise "aguda" na Europa é o que menos interessa a Portugal nesta fase. Neste aspecto concordo com o actual ministro dos negócios estrangeiros que afirmou que o Tratado da Constituição deverá ser de imediato alterado, menos "ambicioso", por formaa adequar a constituição à situação actual pretendida, segundo parece, por grande parte dos europeus, começando pelos franceses e holandeses, grandes percursores de uma Europa cada vez mais unida.
Vamos ver!
Eu sinceramente não conheço o suficiente da constituição - não foram ainda esclarecidas as linhas da constituição - para poder perceber o porquê dos "nãos" quer na França quer na Holanda.
Enfim
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