Mostrar mensagens com a etiqueta BANCA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta BANCA. Mostrar todas as mensagens

domingo, 23 de setembro de 2012

BELAS GARANTIAS

Berardo. CGD aceitou 176 milhões de euros em acções do BCP que hoje valem menos de sete milhões

E assim se brinca com o dinheiro dos outros.

Talvez seja por isto que não valha a pena taxar os ricos, pois se forem todos ricos como este que deve milhões à banca o valor a receber vai ser zero.

Por outro lado, é no mínimo pouco ético tudo isto, se não veja-se:

- emprestar dinheiro a alguém nestes montantes para comprar acções recebendo como garantias ações é de bradar aos céus;

- autorizar uma operação destas num banco e depois ir para o banco de quem se aceitou ações como garantias é de bradar aos céus;

- um gajo ainda constar como acionista de um banco quando as ações já estão mais para o lado da CGD do que dele é de bradar aos céus.

O problema é que os Deus já deve estar tão ocupado, que podemos bradar o que quisermos que nada vai acontecer.

E depois são estes bancos que se calhar a um pobre coitado que tem 1 renda atrasada de 300 ou 400 euros penhoram e pintam o caneco.

Isto é tudo uma pouca vergonha…

sexta-feira, 22 de julho de 2011

NÃO É FALTA DE LIQUIDEZ. É MAIS É FALTA DE INTELIGÊNCIA!!!

As famílias e as empresas portuguesas estão com cada vez maiores dificuldades para honrar os seus compromissos junto da banca, com o crédito malparado a voltar a crescer em Maio, de acordo com os dados fornecidos pelo Banco de Portugal.

Agora alguém vai-me explicar, porque (quando quero) sou muito burro para perceber algumas coisas:

COMO É QUE ATIRAR PESSOAS PARA O INCUMPRIMENTO BANCÁRIO AJUDA A COMBATER O DÉFICIT, A AJUDAR OS BANCOS NAS SUAS DIFICULDADES EM OBTER CRÉDITO E NA SUA ACTIVIDADE?

É que eu não compreendo…

E mais para que querem os bancos ficar com as casas se actualmente não são um bem facilmente convertível em dinheiro, que é o que eles precisam?

Gostava que me explicassem. Mas por favor que não sejam os “expertos” que andam a fazer isto que o façam, porque a sua explicação ainda deve ser pior do que as suas acções.

domingo, 1 de maio de 2011

NÃO ACREDITO EM BRUXAS, MAS QUE AS HÁ, HÁ

Acabei de ver um video que me mandaram de uma entrevista a Miguel Portas (não Lurdes, não sou do BE ;) ) acerca da entrada do FMI.

Entre outras coisas dizia ele que o BCE empresta dinheiro aos bancos privados e à Hungria a 1%, mas aos países do Euro, não pode e por isto tem que entrar o FMI, embora exista um Fundo de Estabilização Europeu, dizendo aos entrevistadores que deviam colocar como banda sonora o FMI, de José Mário Branco, devendo acabar com os Vampiros de Zeca Afonso.

E vaí daí dei comigo a pensar num artigo que li em tempos que dizia que em Espanha, numa determinada altura, tinham questionado porque em vez de apoiarem financeiramente os bancos, não tinham dado o dinheiro às pessoas para estas irem pagar os seus créditos ao banco e assim o dinheiro chegava à mesma à banca, mas com uma vantagem que era ter baixado o nível de endividamento das famílias.

Lembro-me de não ver a resposta.

Eu tenho uma:

“Experimentem a olhar para o preçário dos bancos. Eles ganham milhões com o nosso incumprimento. Por cada prestação que não seja paga a tempo, o cliente (povo) paga juros de mora e respectivo imposto de selo, comissão dos juros e respectivo iva, acrescentado de uma comissão pelo incumprimento, com o respectivo iva e despesas de expediente do documento que nos mandam.”

Ou seja, a equação é muito simples:

Se todos os clientes dos bancos tivessem condições de pagar o seu crédito a tempo e horas, os bancos ganhavam muito menos.

Assim a defesa deles é que precisam de apoio directo dos governos.

Precisam porque até se for à custa da capacidade das pessoas cumprirem com as suas obrigações, os seus proveitos são superiores. Se as pessoas passarem a utilizar os seus plafonds ou até descobertos autorizados, as taxas são mais elevadas e acompanhadas de comissões sem nenhum suporte em trabalho efectivo, porque quando tu pagas um crédito fora do prazo e com recurso a um descoberto, 16 euros de comissão de indisponível + 25 euros de comissão de incumprimento, acrescidos dos respectivos “alcavalas”, ops, quero dizer impostos não é pagar por um serviço, é ser roubado.

E o que está a acontecer com as medidas de austeridade é atirar pessoas que estavam endividades, mas com capacidade de pagar dado o rendimento mensal que tinham, para o incumprimento puro e simples, porque com os cortes salariais e aumentos de impostos, os seus rendimentos foram reduzidos.

Por isto quando ouvimos alguns economistas e políticos nacionais e internacionais alertarem que há algo de muito estranho atrás de tudo o que se está a viver, ficamos na dúvida, mas depois ao vermos a realidade começamos a duvidar de tudo isto mesmo a sério.

PS: Já agora vejam se os banqueiros portugueses falaram algum minuto que seja em dar capacidade às famílias e empresas de cumprirem com as suas obrigações e reduzirem o seu endividamento, naquela famosa reunião em que avisaram que já não financiavam mais o Estado e que era necessário a ajuda externa imediata (1 dia antes desta ser pedida, para os mais esquecidos)?

Resposta nua e crua: NÃO.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

TAXA, TAXA, QUE QUEM SE LIXE SOMOS NÓS

Taxa sobre bancos pode render 50 milhões de euros

Pois eu cá acho que mais importante que taxas e impostos o que fazia mesmo a diferença era que os preçários dos bancos fossem mais adequados ao valor do serviço que estão efectivamente a prestar e que a sua aplicação fosse rigorosamente fiscalizada, pois estes factores mais do que as taxas e os impostos teriam claros reflexos nas tesourarias das empresas e das pessoas.

Por exemplo um banco:

- cobrar cerca de 3 mil e tal euros por uma avaliação que levou 1 hora a fazer é um roubo;

- fazer uma liquidação de prestação de empréstimo antes de fazer o movimento de dotação da conta com o montante necessário cobrando 5 euros pelo saldo indisponível é roubar.

Mas claro que para as entidades nada melhor do que mais taxas e impostos para poderem utilizar o dinheiro para tapar as asneiras.

Será que sou só eu a achar que com mais taxas o que vai acontecer é aumentarem os custos que os clientes vão ter de pagar?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

PARA LER COM MUITA, MAS MESMO MUITA, ATENÇÃO

BCP lucrou 225 milhões de euros em 2009

Destaco as seguintes partes:

O Banco Comercial Português lucrou em 2009 cerca de 225 milhões de euros, mais 12 por cento que em 2008.

e

Os custos com pessoal caíram 5,5 por cento e os custos operacionais do banco caíram 7,8 por cento para 1.540,3 milhões de euros. Já o crédito a clientes registou um crescimento de 1,5 por cento num total de 77.348 milhões de euros.

Uma outra parte interessante que não está na notícia, mas pode ser vista AQUI, é saber que mesmo ganhando mais 12% conseguiram pagar menos 50,1% de impostos, ou seja, ganharam mais 24 milhões de euros e pagaram menos 70,5 milhões de euros.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

OS BANCOS, ESTES GANDA MALUCOS!!!

Ora aí está uma espécie de vai prá trás andando para a frente ou será vai prá frente andando para trás ou ...

Acabou de me passar pela mão um documento bancário emitido em 20/11/2009 com data de vencimento de 04/11/2009.

Nada mau, nada mau.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

DUBAI AO FUNDO? DUBAI, VAi, vai

DUBAI.

Há coisas que sempre me meteram muita impressão e a sucessão de loucuras cometidas por este país é uma delas.

O povo tem um dizer que vale ouro (e não é do negro!!!): “De onde se tira e não se põe…”.

Mais uma vez eu pergunto, mas que raio de incompetentes são estes senhores destes bancos que se deixaram levar por esta corrida especulativa? Será muito difícil prever que uma ilha que se compra por 17 a 20 milhões de dólares, muito dificilmente se poderá valorizar? Será muito difícil prever que tudo isto não passa de fogo de vista? Será que não concordar com toda esta loucura é parecer um velho do restelo?

Como é possível que mais rapidamente um Banco investe dinheiro em títulos destes “meninos” do que empresta 200 mil euros a alguém para montar um negócio em Portugal?

Que raio de gestores são estes?

A resposta é muito simples: SÃO GESTORES QUE NUNCA SÃO RESPONSABILIZADOS PELOS SEUS ACTOS!!!

domingo, 14 de junho de 2009

UM ANO PASSOU A TER 14 MESES!!!

scan0001

A crise passou. Voltaram a dar crédito. Mas alargaram o período de reembolso para 14 meses no ano. Deve ser a prestação de férias e a prestação de natal!!!

sábado, 14 de março de 2009

MEDIDAS DE APOIO ÀS FAMÍLIAS PARA CONSEGUIREM CRÉDITO PARA COMPRAR CASA

Ontem ouvi um senhor dizer que uma boa medida de apoio seria a bonificação de juros por parte do governo. Bem, é indiscutível que qualquer bonificação de juros é sempre bem vinda, mas sinceramente a pratica mostra que neste momento o grave problema que está a ocorrer é a banca não emprestar dinheiro. E o pior de tudo é que não emprestam, mas não assumem a verdadeira razão: NÃO TÊM DINHEIRO. Por isto melhor do que bonificar juros seria o governo apoiar com dinheiro, de modo à família não ter de ir ao banco buscar os 100% da casa, diminuido assim a sua taxa de esforço. Quanto à banca, um valente puxão de orelhas era o mínimo.

sábado, 7 de março de 2009

FINO NEGÓCIO

Manuel Fino só pode recomprar Cimpor se antes liquidar totalidade da divida

Este negócio põe à mostra algumas coisas que mais uma vez mostram como foi possível o mundo chegar onde chegou. Perderam-se os valores mais básicos da gestão. Não se cumpriu uma das mais inquestionáveis permissas de todas as teorias económicas: o Homem é um ser racional.

Como é possível aceitar como garantia de qualquer coisas acções cotadas em bolsa?

Ainda para mais quando a lei obriga quem recebe a garantia e a executa a ter de vender rapidamente?

As consequências só podem ser terríveis para quem recebeu a garantia, para a empresa cotada e para todos os restantes investidores que têm acções da empresa cotada. Nunca, mas nunca a empresa que apresentou a garantia vai sair mal. Não percebem porquê? Eu explico.

O Fino apercebeu-se que a garantia que tinha dado valia menos do que a dívida, porque a cotação tinha baixado devido às quedas dos mercados financeiros e vai daí, arranjou forma de começar a mostrar que entraria em incumprimento e que obrigaria a CGD a ter de executar a garantia. Se a CGD executasse a dívida acontecia o seguinte:

- não recuperava o dinheiro segurado, porque tinha que vender à cotação que estivesse na altura e não podia esperar pela melhor cotação;

- sendo um grande lote de acções a ser posto à venda, o efeito na cotação ainda seria pior, porque quanto o mercado é inundado de títulos de uma empresa, isto tem um efeito de arrasto e pela lei da oferta e da procura, quanto mais oferta, menor é o preço;

- quando uma empresa cotada vê o seu valor de mercado baixar drasticamente, isto tem um efeito devastador nas suas contas e na confiança que o mercado passa a ter sobre aquele título, podendo no limite afectar até a notação de risco;

- sendo a cimpor um dos títulos seguro do nosso mercado, são muitos os investidores que a têm nas suas carteiras, especialmente pequenos, e se a cotação ainda caísse mais, mais investidores seriam prejudicados.

Como conclusão, acho que sinceramente nesta fase não deveriam estar a discutir se a CGD fez ou não bem em negociar com o Fino a reestruturação da dívida. O que deveriam estar a discutir é se a CGD pode ou não aceitar acções de empresas cotadas como garantia de operações.

Neste caso, acredito que a CGD agora fez o melhor dos negócios. O pior dos negócios fê-lo foi quando aceitou as acções como garantia. Mas aí estavam todos na ilusão irracional que tudo iria subir indefinidamente e que o mundo era muito lindo. Só que o mundo afinal é real e racional.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

CARTA ENVIADA A UM BANCO

"Caros senhores:

Em virtude da actual crise económica, se algum dos meus cheques for devolvido por falta de provisão, isso refere-se à minha conta ou à vossa?

Atenciosamente

Uma cliente"

in Rir é o melhor remédio, Selecções Reader's Digest

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

E AFINAL BAIXOU

S&P baixa rating da República Portuguesa

Para quem não perceba muito disto, estamos a falar numa classificação que serve para quem empresta dinheiro avaliar o risco de quem pede ou dá avales.

Se a classificação baixa, quem empresta fica com mais medo de emprestar ou aceitar os avales.

Se o quem tem medo compra um cão, no caso de quem empresta, o cão chama-se taxa de juro e acima de tudo chama-se "vais pagar mais pelo dinheiro que te vou emprestar".

É isto que significa baixar o rating de Portugal.

Ah, e já agora também significa que os portugueses vão ver mais dinheiro dos seus bolsos a ir para o pagamento da dívida portuguesa.

PS: Atenção que isto não tem influência nenhuma nas subidas e descidas da EURIBOR, mas pode fazer subir os spreads que os bancos nos cobram.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

E DEPOIS GASTAM MILHÕES EM PUBLICIDADE!!! - (parte II)

image

Ricardo, eu acredito em ti, mas por favor diz-me onde está esta informação?

Depois de entrar com o meu user, claro que fiquei a saber, mas não achas que eu deveria ser avisado para uma coisa deste tipo, sem ter de ter a necessidade de aceder ao meu utilizador?

É uma pergunta que deixo no ar.

PS: Não estou a fazer nenhum drama com isto, só a mostrar como muitas vezes com pequenas coisas perde-se muito daquilo que se quer ganhar com o investimento publicitário que se faz.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

E DEPOIS GASTAM MILHÕES EM PUBLICIDADE!!!

"Solicito  a todos os formadores que possuem conta no Banif, informarem o novo número da conta e o respectivo NIB."

Acabei de receber este email da Escola Profissional onde dou aulas e por incrível que possa parecer foi por ele que fiquei a saber que a minha contano Banif e respectivo NIB foram alterados. Não acham giro? Eu acho. Claro que a culpa deve ser minha. Ainda não devo descontar o suficiente para ser avisado em 1ª mão. Nem queria muito. Bastava um simples email. Ou até que tivesse um mísero aviso no site.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

PROMOVIDO DEPOIS DE JÁ NÃO SER FUNCIONÁRIOS

Há empresas que não promovem os seus funcionários e há outras que até os promovem depois de sairem.

Isto é de uma imoralidade atroz.

Mas para coisas destas o silêncio de alguns é de ouro, o de outros é de conivência e o de outros, ainda, de vergonha.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

UMA PRENDA DE NATAL

Euribor a três meses abaixo dos três por cento, o que não acontecia desde Julho de 2006!!!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA PARA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS BANCÁRIOS EM CASA ATRAVÉS DA INTERNET

Não custa passar esta informação.

"Quando for fazer uso dos serviços bancários pela internet, siga as 3 dicas abaixo para verificar a autenticidade do site:

1 - Minimize a página . Se o teclado virtual for minimizado também, está correcto. Se ele permanecer no ecran sem minimizar, é pirata! Não tecle nada.

2 - Sempre que entrar no site do banco, digite a SUA SENHA ERRADA na primeira vez . Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco, porque o sistema tem como verificar a senha digitada. Mas se digitar a senha errada e não acusar erro é mau sinal. Sites piratas não tem como conferir a informação, o objectivo é apenas capturar a senha.

3 - Sempre que entrar no site do banco, verifique se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado; além disso clique 2 vezes sobre esse ícone ; uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer.

Em alguns sites piratas o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar 2 vezes sobre ele, nada irá acontecer."

sábado, 1 de novembro de 2008

SABER CONTAR? NÃO. SABER LER!!!

Sempre que ouço na rádio a publicidade acerca da conta Nova Geração dos 0-6 do Banif Açores e o Ruca pergunta à mãe se para ter uma conta é preciso saber contar, apetece-me responder pela mãe e dizer:

Contar não, Ruca, mas saber Ler é importantíssimo quando se fala em bancos!!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

ESTRATÉGIA COMUM ACORDADA PELA ZONA EURO

Parece que finalmente todos começam a acordar para a realidade e a fazer tudo o que está ao seu alcance para que não se assista a nenhum cataclismo, que no entanto ainda não está longe de poder acontecer.

Mas para que esta ficasse completa considero que devia ser efectuada uma investigação à escala mundial para apurar responsabilidades, porque é inacreditável que disto tudo não vá sair uns quantos impedidos de exercer a actividade bancária ou até mesmo presos, porque o que se passou foi um abuso de confiança, incompetência na utilização das mais básicas ferramentas de gestão e razão e erros graves nos sistemas de controlo.

Deixarem os mesmos que levaram a isto nos seus lugares dourados a mexerem nos mesmos assuntos é que não lembra nem ao Diabo.

Outro ensinamento é que a política deve ser a última coisa que interessa quando se trata de gerir países, economias, regiões. O que interessa é a realidade e em vez de discursos demagógicos e andarem sempre com guerras partidárias é preciso é olhar para o mundo real, mas aquele que está ao nível do solo e não dos gabinetes nos topos dos arranha-céus. Assim mais facilmente se teria agido em vez de se ser obrigado a reagir.

Esta crise provou a falência dos modelos organizativos dos governos, pois é inadmissível que se veja e ouça tudo o que se ouviu dos governantes até a coisa arrebentar forte e feia.

Vá lá que no fim ao menos não vingou a casmurrice e a teimosia.