As eleições directas nos partidos a que temos assistido nos últimos tempos têm sido o exemplo do que de mau pode acontecer neste tipo de escrutínio. Falo por exemplo do duelo fraticida que se assistiu no PSD nacional, do duelo físico no CDS-PP nacional e na corrida a solo que se assistiu no PS-AÇORES.
Só faz sentido directas nos partidos se houver concorrência sã, discussão construtiva e troca de ideias positiva.
Relativamente a César e às directas do PS-AÇORES o problema reflete sinais preocupantes iguais aos que estão na sociedade açoreana (será coincidência?), ou seja, falta de interesse, pouca troca de ideias, falta de alternativas ao líder, receio de confronto de ideias e da sua repercurssão.
Se a culpa é de César ou não, isto é outra discussão...
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