sábado, 23 de fevereiro de 2008

GUIÃO DO FILME ARMAGEDDON NA VIDA REAL

Li em tempos que um satélite em fim de carreira estava em risco de entrar na atmosfera, sem ser possível calcular a sua trajectória de colisão e por conseguinte o ponto de embate.

Li esta semana que os EUA resolveram a coisa disparando um missil a partir de um navio da sua marinha que atingiu o menino, destruindo-o antes de uma eventual desgraça.

Imediatamente a Rússia e a China gritaram que afinal tinha-se tratado do teste de uma nova arma, condenando a acção.

Retiro daqui duas conclusões:

- Com diálogo tudo se resolvia, se os EUA tivessem no âmbito da NATO ou da ONU ou do raio que os parta, comunicado aos outros o que iam fazer, tendo-o feito em conjunto, porque eu gostava de ver o palhaço do Bush se por acaso tivesse sido a China ou a Rússia a fazerem uma coisa semelhante;

- Ás vezes eu passo-me da cabeça e desejo que aconteçam coisas que não ficam muito bem, mas neste caso e quando li a reação da Rússia e China, desejei que o referido satélite tivesse entrado na atmosfera, dividido-se em 2 e caído nos cornos do Putin e do Jintao para perceberem que às vezes acontecem coisas que não têm como único propósito entrar em guerras.

Acima de tudo, acho que todos estes senhores estão constantemente a desaproveitar oportunidades para cooperar, dialogar e construir um mundo muito melhor, dando maior importância a organizações como a ONU e a NATO para assumir papéis mais intervenientes e construtivos.

Valha-nos que ao menos o tal satélite não vai vir cá fazer qualquer estrago, que com a sorte que nós temos, ainda era em Portugal que o menino escolhia para bater na terra!!!

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